Quem opera telas para outras empresas não vende software. Vende presença: a loja que quer aparecer na padaria do bairro, a clínica que quer ocupar a sala de espera, a rede de academias que quer a mesma campanha em todas as unidades. O software fica por trás disso, e é ele que decide se trinta telas em oito clientes são uma operação ou trinta pequenos trabalhos.
Este texto é para quem está nessa posição: integrador ou operador regional, de 10 a 200 telas, vários clientes ao mesmo tempo. Ele lista o que você deve exigir de qualquer plataforma antes de apostar a operação nela e mostra, item por item, como a Lucimark responde. Inclusive onde ela ainda não chega.
Primeiro: o negócio tem que continuar seu
Antes de comparar recursos, pergunte a qualquer fornecedor quem fica com a relação com o seu cliente.
Há arranjos em que o software vem amarrado a outra coisa: ao equipamento do fornecedor, à venda de espaço feita pelo próprio fornecedor, ou a um preço de revenda que ele define. Em qualquer um desses casos, uma parte do seu negócio deixa de ser sua, e você só descobre quanto quando tenta renegociar ou sair.
Na Lucimark, o serviço é da sua empresa. Você oferece espaço, campanhas e conteúdo pelo preço que definir; o contrato, a cobrança e a margem são seus. A Lucimark não vende espaço nas telas que você opera nem fala com o seu cliente em seu nome. Ela é a infraestrutura por trás da sua operação.
Na prática, cada cliente tem a própria conta no Studio, com as próprias mídias, programação e telas, sem risco de a campanha de um aparecer na tela do outro. Você entra em todas com o mesmo login e alterna entre elas. Ainda não existe um painel único que junte todos os seus clientes numa só visão; hoje você abre um cliente de cada vez.
O custo precisa cair quando a rede cresce
Software cobrado por usuário, por armazenamento ou em pacotes fechados penaliza justamente quem cresce: cada técnico a mais, cada vídeo a mais, cada cliente novo vira uma linha na fatura. A conta que importa para um operador é o custo por tela, porque a tela é a unidade que você vende.
A Lucimark cobra só por tela, e o preço cai por faixas dentro de cada conta de cliente:
| Faixa | Preço por tela, por mês |
|---|---|
| 1ª tela | Grátis |
| 2ª tela | R$ 49,00 |
| Da 3ª à 5ª | R$ 13,30 |
| Da 6ª à 10ª | R$ 12,00 |
| Acima de 10 | Proposta personalizada por volume |
A cobrança é escalonada: cada tela paga o preço da faixa em que cai. As telas que a conta já tem não ficam mais baratas quando entra uma nova; o que cai é a média daquela conta.
| Telas na conta do cliente | Total por mês | Custo médio por tela |
|---|---|---|
| 2 | R$ 49,00 | R$ 24,50 |
| 5 | R$ 88,90 | R$ 17,78 |
| 10 | R$ 148,90 | R$ 14,89 |
Usuários e armazenamento não entram na conta. Os valores são em reais, antes de impostos, com cobrança mensal, e foram consultados em outubro de 2026; o preço vigente está sempre em lucimark.com/precos.
Se você opera vários clientes, isto importa: a tabela vale para cada conta de cliente. Cada cliente seu tem a própria conta, e a escada recomeça em cada uma; somar as telas de clientes diferentes não baixa a média. Para quem opera vários clientes, a Lucimark faz uma proposta personalizada por volume para a operação inteira, depois de um teste num projeto seu. O mesmo vale para uma conta com mais de dez telas.
Numa conta de cliente, compare esse custo médio com o que você cobra por tela daquele cliente. Se quiser a conta completa de uma rede pequena, com investimento, custos e anunciantes necessários, ela está em uma rede de 5 telas dá dinheiro? e em quanto custa começar uma rede de telas.
Roda no equipamento que você já instala
A Lucimark não vende hardware, e não exige caixa própria. O player roda:
- no app Android 7+, pela Google Play, em smart TVs Android (Google TV), tablets e boxes Android;
- em qualquer navegador moderno, abrindo player.lucimark.com.
A tela entra na conta por QR code. Para telas que devem ficar dedicadas, há um guia de modo quiosque no Android.
Um limite que vale saber antes: ainda não há player nativo para Tizen (Samsung) e webOS (LG). Se a sua base instalada é dessas marcas, conte com um box Android em cada ponto. Hardware, instalação e trabalho de campo continuam com você, ou com o integrador local que já trabalha ao seu lado.
Operar de longe, sem visita a cada troca
O custo escondido de uma rede não está no software; está no carro indo ao ponto trocar um pendrive. Uma plataforma para operadores precisa eliminar essa visita na maioria dos casos.
Na Lucimark, você publica para grupos de telas pelo navegador, de uma vez, seja uma loja ou uma rede em várias cidades. Quando a tela está online, trocar uma campanha dispensa a visita na maioria dos casos. Se a internet do ponto cair, o player continua tocando o que já tem guardado.
No Studio, você acompanha o último contato de cada player e os incidentes que ele reportou.
Na mesma tela dá para filtrar por estado (online, offline, pedindo atenção) e abrir cada player. A plataforma em si é monitorada 24 horas por dia pela nossa equipe, com apoio de IA, sobre uma infraestrutura distribuída pelo mundo.
Prova de veiculação para cobrar e renovar
O anunciante não está no ponto. O que ele recebe de você é a fatura e, se você fizer direito, a prova do que foi exibido.
A Lucimark gera relatórios de prova de veiculação em CSV ou PDF que respondem às três perguntas do anunciante:
- o que tocou: filtrado por anunciante, playlist, mídia, pasta ou tags;
- quando tocou: exibições e tempo no ar por dia e por faixa do dia;
- onde tocou: por tela e, quando o player registra localização, num mapa.
É o documento que justifica a sua fatura e que você leva para a conversa de renovação.
Como organizar isso por anunciante está em prova de veiculação.
O que a Lucimark ainda não faz
Uma lista de vantagens sem limites é propaganda, e quem opera telas já foi queimado por fornecedor que só mostrava a primeira parte. Hoje a Lucimark não oferece:
- players nativos Tizen e webOS (use Android ou navegador);
- videowall;
- SLA contratual;
- um painel único com todos os seus clientes: cada cliente é uma conta, e você alterna entre elas;
- API pública para integrar com outros sistemas;
- hardware, instalação e campo, que continuam com você.
Também não publicamos casos de clientes nem números de rede. Preferimos provar num projeto seu.
Sete perguntas para levar a qualquer fornecedor
Use esta lista com a Lucimark e com qualquer alternativa que estiver avaliando, inclusive a planilha com pendrive que talvez você use hoje:
- Quem fala com o meu cliente final, e quem define o preço que ele paga?
- Quanto custa a 10ª tela? E a 50ª, espalhada por vários clientes?
- Vocês cobram por usuário ou por armazenamento?
- Preciso comprar o equipamento de vocês?
- O que acontece com a tela quando a internet do ponto cai?
- Como eu provo ao meu cliente o que foi exibido?
- O que vocês ainda não fazem?
A última é a mais útil. Um fornecedor que não sabe responder vai descobrir a resposta junto com você, no meio de um contrato.
Como testar sem trocar o que você já usa
O caminho que propomos é curto e tem quatro passos:
- Conversa de diagnóstico: quantos clientes e telas você opera, o que usa hoje e onde a Lucimark pode entrar.
- Teste com telas reais: um cliente seu ou um grupo de telas, com a primeira implantação acompanhada por nós.
- Avaliação da operação: olhamos juntos o que funcionou, o que deu trabalho e o que falta.
- Proposta comercial: se fizer sentido, uma proposta personalizada por volume de telas.
Sem compromisso de trocar o que você já usa.

